Polí­tica
Eduardo Siqueira reforça defesa permanente de sua honra e estranha não ter sido ouvido em sindicância
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O deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (PTB) iniciou seu discurso em um tom mais duro na manhã desta terça-feira, 19, durante sessão da Assembleia Legislativa. A divulgação de uma sindicância no Igeprev (Instituto de Gestão Previdenciária do Estado), durante do período de 2011 a 2014, realizada atual gestão do Governo do Estado e citando Eduardo Siqueira, foi o motivo que o levou a questionar o documento.

Segundo o parlamentar, jamais fará “cara de paisagem” quando sua honra for atacada por quem quer seja. Eduardo alegou que foi citado em uma sindicância e teve supostas atitudes questionadas pelos membros do atual Governo sem  nunca ter sido ouvido. “A divulgação de uma sindicância ontem me causou surpresa, pois não fui ouvido, nunca recebi um ofício, nada!”, afirmou. “Talvez a sindicância não seja o local para se apontar o contraditório, mas logo no início a sindicância alega que se utiliza da prova indireta, por meio do raciocínio lógico-dedutivo”, relatou.

Eduardo Siqueira reafirmou que nunca foi consultado sobre qualquer aplicação do Igeprev e rechaçou a afirmação de omissão na presidência do Conselho de Administração. “O Conselho sempre teve um presidente comandando as reuniões na forma como determina o estatuto do Igeprev”, destacou.

“Vou acompanhar, vou responder sempre que for citado e não vou pecar pela omissão”, discursou o deputado.

O Parlamentar afirmou ainda que vive na região onde hoje é o Estado do Tocantins há 50 anos e se chegou até esse estágio na vida pública sem nenhuma condenação é porque tem consciência do que faz e honra seu nome e o povo que representa.

O deputado também citou o fato da presidenta Dilma Rousseff, enquanto presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, ter dirigido a reunião que definiu a compra da refinaria de Pasadena, e ainda ter assinado a ata e homologado a decisão do Conselho, e mesmo assim, foi eximida de qualquer culpa pelo Tribunal de Contas da União, por este entender que a decisão do negócio foi um ato de gestão da Presidência da Petrobrás. Eduardo Siqueira utilizou este fato para comparar a atuação do Conselho do Igeprev com as decisões da gestão do órgão sobre as aplicações de seus recursos. Ainda assim, Eduardo Siqueira deixou claro que as atas do Conselho comprovam que o órgão jamais foi consultado sobre as aplicações.

Credibilidade

Eduardo também questionou a credibilidade da atual gestão à frente do Igeprev, cujos membros possuem condenação e bloqueio de bens. O Parlamentar também destacou que a sindicância omitiu informações acerca de aplicações que já tiveram condenações referentes às gestões anteriores do governador Marcelo Miranda

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